Com o propósito de preparar os santos para a obra do ministério até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus. Que cheguemos à maturidade e não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro.
Mostrando postagens com marcador Liderança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liderança. Mostrar todas as postagens
3 de jul. de 2012
O Propósito do Líder Cristão
"Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima de todos os céus, a fim de encher todas as coisas.
E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.
O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro.
Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.
Dele todo o corpo, ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas, cresce e edifica-se a si mesmo em amor, na medida em que cada parte realiza a sua função."
Efésios 4, 10-16
Jesus instituiu líderes em sua Igreja com um objetivo muito específico: "preparar os santos para a obra do ministério, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo".
Assim eles evitariam que os recém convertidos a Cristo continuassem a agir como crianças: "levados de um lado para outro pelas ondas, jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro".
Há um chamado para os líderes cristão, Jesus está chamando, mas eles estão tímidos, discretos, sem assumir o papel. Venham, vamos juntos!
1 de fev. de 2012
Steve Jobs, o Sucesso e a Bíblia
Quando Steve Jobs morreu no ano passado, deixou um legado de realizações que mudaram de forma impressionante nosso modo de viver. Como co-fundador da Apple Inc., ele foi a figura central na revolução do computador pessoal. O Macintosh da Apple, apresentado no início dos anos 80, transformou a maneira como pensamos e usamos computadores. Ele foi também co-fundador dos Estúdios de Animação Pixar, que abriram novos caminhos para filmes de animação computadorizada. Antes de sua morte, iPads, iPhones e Ipods ajudaram a abrir horizontes inimagináveis para a comunicação e o entretenimento. A vida e o trabalho de Jobs tocaram virtualmente todos os empresários e profissionais.
Jobs era um visionário único, pioneiro e inovador, e todos podem extrair benefícios dos princípios que nortearam seu sucesso. O site Entrepreneur.com publicou um artigo descrevendo as “sete regras de sucesso” de Jobs. Embora ele não fosse adepto do cristianismo, cada uma de suas regras de sucesso se alinha a princípios bíblicos estabelecidos há milhares de anos. Vamos examiná-los:
1. Faça o que você ama. Jobs afirmou: “Pessoas com paixão podem mudar o mundo para melhor”. A ideia de paixão e propósito em nossas buscas diárias é resumida no livro de Colossenses 3.23-24: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança...”.
2. Deixe uma marca no universo. Jobs certa vez perguntou ao CEO de uma companhia de bebidas: “Você quer gastar sua vida vendendo água açucarada ou quer mudar o mundo”? Ele era a favor de uma visão vigorosa e atrativa. Provérbios 29.18 oferece uma ideia semelhante: “Onde não há visão, o povo perece” (tradução livre).
3. Faça conexões. O pensamento de Jobs era tornar-se rico de experiências variadas e conectar ideias de diferentes campos. Esta ideia de conexão é sustentada por Romanos 8.28, que afirma: “Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem Ele chamou de acordo com o Seu plano”.
4. Diga não a mil coisas. Manter foco bem definido foi importante para Jobs, que afastou produtos promissores, mas que poderiam ter minado a perícia e o sucesso de sua empresa. No Antigo Testamento da Bíblia, Provérbios 4.27 afirma: “Evite o mal e caminhe sempre em frente; não se desvie um só passo do caminho certo”.
5. Crie loucamente experiências diferentes. Ao desenvolver lojas de varejo, Jobs queria que os clientes tivessem uma experiência profunda e enriquecedora. Jesus exibiu uma atitude do tipo “primeiro os outros” quando ensinou: “Façam aos outros a mesma coisa que querem que eles façam a vocês” (Lucas 6.31).
6. Domine a fundo a mensagem. Jobs compreendeu que mesmo as melhores ideias, se não forem eficientemente comunicadas, são de pouco valor. Por motivo semelhante o apóstolo Paulo escreveu: “Sejam sábios no procedimento para com os de fora... O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um” (Colossenses 4.5-6).
7. Venda sonhos, não produtos. Jobs compreendeu a importância de apelar para os desejos, esperanças e ambições das pessoas. Jesus ofereceu motivação semelhante a Seus seguidores: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações... ensinando-os a obedecer a tudo o que Eu lhes ordenei...” (Mateus 28.19-20).
Por Robert J. Tamasy
________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Pensando nos produtos e inovações que surgiram com Jobs, qual foi o impacto que ele como empresário, visionário e pioneiro exerceu em sua vida, direta ou indiretamente?
2. Que outros indivíduos, nos negócios ou outras áreas da vida, tiveram impacto semelhante em sua vida e trabalho diários?
3. Qual das “regras de sucesso” mencionadas lhe parece útil em seus empreendimentos profissionais?
4. Existe o ditado: “Toda verdade é a verdade de Deus”. Quer se reconheça ou não, verdades e princípios universais existem porque Deus os criou. Você concorda?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 1, 7;20-33
Provérbios 11.30
Provérbios 13, 20
Provérbios 14, 23
Provérbios 16, 26
Eclesiastes 9, 10
João 18, 37-38
Romanos 12, 11
2 de out. de 2011
Os melhores líderes têm coração de Pastor
O que você sabe sobre ovelhas? A não ser que elas nos fornecem lã e suas crias são chamadas de cordeiros, a maioria de nós nada sabe sobre elas, a menos que você viva na Nova Zelândia, onde seu número supera o número de pessoas. Anos atrás, porém, aprendi algumas coisas intrigantes a respeito desses animais lanosos, enquanto escrevia um livro em parceria com meu amigo Ken Johnson.
Ken passou anos cuidando de ovelhas em sua “fazenda de recreação”, enquanto trabalhava em tempo integral. Ele queria apresentar algumas observações no livro, inicialmente intitulado “Reflexões Sobre Rebanho” e mais tarde, após revisão, “Vivendo Com Um Coração de Pastor”. Eis uma amostra do que as ovelhas lhe ensinaram.
A ilusão da grama mais verde. Um velho ditado diz: “A grama é sempre mais verde do outro lado da cerca”. Ovelhas também acreditam nisso, segundo Ken observou seu rebanho fazer. Elas literalmente destruíram a grama sob suas patas, enquanto se esforçavam para comer a que estava do lado de fora do cercado. Algum dia você já fez o mesmo com seu emprego, empresa ou família, simplesmente porque uma segunda alternativa aparentava ser melhor - e acabou descobrindo que não era?
Seguir o líder do rebanho nem sempre é o melhor. Certa manhã, meu amigo segurou um cabo de vassoura diante da primeira ovelha, enquanto o rebanho deixava o aprisco. A ovelha que liderava o rebanho pulou o obstáculo. Ken então retirou o cabo de vassoura, mas as demais ovelhas continuaram a saltar no mesmo local, embora o objeto que motivava o salto já tivesse sido removido. Você já fez algo só porque outra pessoa estava fazendo, sem perguntar por quê? Ou seguiu uma prática tradicional sem se deter para avaliar se ainda era necessária?
Por conta própria, ovelhas tendem a se meter em problemas. Às vezes a ovelha decide adotar seu próprio rumo, desviando-se da vigilância protetora do pastor. O resultado pode ser desastroso: pernas quebradas, ficar enroscada nos arbustos e até mesmo cair e ficar incapaz de colocar-se novamente de pé. Sem imediata assistência do pastor, poucos minutos a separam da morte.
A história de Ken demonstrou o que diz a passagem bíblica: “Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho...” (Isaías 53, 6). Sem a direção de um pastor diligente, ovelhas podem facilmente de deparar com catástrofes.
No mundo profissional e empresarial uma das tarefas que os líderes têm é servir como “pastores supervisionando seu rebanho” no desempenho de suas responsabilidades. O líder deve proporcionar ambiente de trabalho seguro, prever perigos que espreitam adiante e certificar-se de que os trabalhadores recebam o que precisam para um desempenho excelente.
Sob a perspectiva espiritual, um sábio pastor no ambiente de trabalho olha para o exemplo de Jesus Cristo, que descreveu a Si mesmo como “Eu sou o bom pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem” (João 10, 14). Anteriormente, na mesma passagem, Ele disse: “O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10, 11). Quando líderes demonstram disposição para fazer o que for necessário, colocando o interesse dos trabalhadores em primeiro lugar, podem estar certos de que atrairão seguidores fiéis.
Como líder, você está disposto a fazer o duro trabalho de pastor, sob a direção do Pastor?
Próxima semana tem mais!
Por Robert J. Tamasy
________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você conhece de alguma forma o trabalho com ovelhas? Que lhe pareceu a metáfora das ovelhas em relação ao que ocorre na liderança de pessoas?
2. Como você se sente ao ser descrito em termos de ser uma “ovelha”? Acha ofensivo ou constrangedor?
3. Você já vivenciou o princípio da “grama mais verde” em ação? Por que somos frequentemente seduzidos pela idéia de que o que ainda não temos é sempre melhor do que o que possuímos?
4. Você se vê servindo no papel de “pastor” onde trabalha? Você realiza esse papel para com os outros? O que acha da sugestão de seguir Jesus, que descreveu a Si mesmo como “o bom pastor”?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos: Salmo 23
Isaías 53, 7
Marcos 6, 34
Lucas 15, 1-7
João 10, 1-18
João 21, 16-17
Atos 8, 32
1ª Pedro 2, 21-25
11 de jul. de 2011
O Líder: aquele que cresce e ajuda os outros a crescerem!!
Crescendo Ajundando Outros a Crescer
Ao pesquisar sobre “Liderança que Serve”, me deparei com uma citação atribuída a uma professora de seminário cujo nome é J. Carla Northcut, que afirma:
Pense sobre isso por um momento...
Às vezes parece que se a expressão “liderança que serve” é de alguma forma considerada na maioria dos ambientes profissionais e empresariais da atualidade, ela é basicamente compreendida desta maneira: “Eu sou o líder, você é o servo. Agora, faça o que eu mando você fazer”. Como a Dra. Northcut ressaltou, a marca de um líder efetivo não é o que ele realiza por si mesmo, mas o que ele predispõe e capacita outros a fazer.
É preciso um indivíduo forte para se sentir pessoalmente seguro o bastante para ajudar outros a progredir em sua carreira. Um verdadeiro líder que serve busca constantemente por oportunidades de cuidar e encorajar os outros, assistindo seus liderados em sua jornada pessoal e profissional.
Muitos líderes, incertos acerca de sua própria posição e temerosos que alguém esteja trabalhando para tomar seu emprego, concentram o foco sobre o que outras pessoas podem fazer para exaltar sua própria imagem. “Seu trabalho é fazer com que eu apareça bem” – foi o que ouvi certo líder dizer à sua equipe. Mas será que essa forma de pensar egoísta contribui para maximizar o desempenho de todos? É possível tornar-se grande ajudando outros também a crescer?
A Bíblia fala sobre este conceito em inúmeros contextos.
Paulo, um dos principais líderes da igreja primitiva, entendeu este princípio. Em I Coríntios 10, 24 ele alertou seus seguidores:
Este parece ser um excelente ideal a se aspirar, mas será realista para o mercado de trabalho global, guiado pela ideia do tipo “o que você tem feito por mim ultimamente”?
Embora a Bíblia tenha sido escrita há mais de 2.000 anos, ele argumenta que este é mais do que um ideal nobre e deveria realmente ser um dos objetivos principais de um líder. Por exemplo, em outra parte o apóstolo Paulo escreveu:
Em outras palavras, se você deseja se tornar um grande líder, procure maneiras de servir e exaltar os que estão ao seu redor. No processo, seu próprio patamar se elevará por meio das realizações daqueles que você está liderando.
O maior de todos os líderes, Jesus Cristo, não apenas expressou Sua crença numa liderança que serve, como também a demonstrou da maneira mais profunda:
Por Rick Boxx
----
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Qual a sua definição de “liderança que serve”?
2. Você vê frequentemente exemplos de liderança que serve no seu atual ambiente de trabalho? Seus colegas vêem em você um líder que serve?
3. Por que, em sua opinião, esse princípio de liderança que serve é tão difícil de ser posto em prática?
4. Quais os problemas que poderiam resultar se você decidisse cultivar ativamente o hábito de servir a outros, “buscando o bem” deles ou “não apenas os seus interesses, mas também os deles”, como as duas passagens bíblicas citadas aconselham?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Salmos 2, 11
Lucas 22, 25-27
Efésios 6, 5-9
1 Pedro 2, 13-21
Ao pesquisar sobre “Liderança que Serve”, me deparei com uma citação atribuída a uma professora de seminário cujo nome é J. Carla Northcut, que afirma:
"O objetivo de muitos líderes é levar as pessoas a pensaR de forma mais elevada do que o próprio líder. O objetivo de um grande líder é ajudar as pessoas a pensar mais alto do que eles próprios."
Pense sobre isso por um momento...
Às vezes parece que se a expressão “liderança que serve” é de alguma forma considerada na maioria dos ambientes profissionais e empresariais da atualidade, ela é basicamente compreendida desta maneira: “Eu sou o líder, você é o servo. Agora, faça o que eu mando você fazer”. Como a Dra. Northcut ressaltou, a marca de um líder efetivo não é o que ele realiza por si mesmo, mas o que ele predispõe e capacita outros a fazer.
É preciso um indivíduo forte para se sentir pessoalmente seguro o bastante para ajudar outros a progredir em sua carreira. Um verdadeiro líder que serve busca constantemente por oportunidades de cuidar e encorajar os outros, assistindo seus liderados em sua jornada pessoal e profissional.
Muitos líderes, incertos acerca de sua própria posição e temerosos que alguém esteja trabalhando para tomar seu emprego, concentram o foco sobre o que outras pessoas podem fazer para exaltar sua própria imagem. “Seu trabalho é fazer com que eu apareça bem” – foi o que ouvi certo líder dizer à sua equipe. Mas será que essa forma de pensar egoísta contribui para maximizar o desempenho de todos? É possível tornar-se grande ajudando outros também a crescer?
A Bíblia fala sobre este conceito em inúmeros contextos.
Paulo, um dos principais líderes da igreja primitiva, entendeu este princípio. Em I Coríntios 10, 24 ele alertou seus seguidores:
"Ninguém deve buscar os seus próprios interesses e sim os interesses dos outros."
Este parece ser um excelente ideal a se aspirar, mas será realista para o mercado de trabalho global, guiado pela ideia do tipo “o que você tem feito por mim ultimamente”?
Embora a Bíblia tenha sido escrita há mais de 2.000 anos, ele argumenta que este é mais do que um ideal nobre e deveria realmente ser um dos objetivos principais de um líder. Por exemplo, em outra parte o apóstolo Paulo escreveu:
"Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos. Que ninguém procure somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros" Filipenses 2, 3-4.Pedro, um dos primeiros seguidores de Jesus, fez eco a essas convicções quando ofereceu esta admoestação:
"Portanto, sejam humildes debaixo da poderosa mão de Deus para que Ele os honre no tempo certo" I Pedro 5, 6
Em outras palavras, se você deseja se tornar um grande líder, procure maneiras de servir e exaltar os que estão ao seu redor. No processo, seu próprio patamar se elevará por meio das realizações daqueles que você está liderando.
O maior de todos os líderes, Jesus Cristo, não apenas expressou Sua crença numa liderança que serve, como também a demonstrou da maneira mais profunda:
"Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida para salvar muita gente" Marcos 10, 45Se esse princípio era importante para Jesus, deveria ser igualmente importante para nós.
Por Rick Boxx
----
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Qual a sua definição de “liderança que serve”?
2. Você vê frequentemente exemplos de liderança que serve no seu atual ambiente de trabalho? Seus colegas vêem em você um líder que serve?
3. Por que, em sua opinião, esse princípio de liderança que serve é tão difícil de ser posto em prática?
4. Quais os problemas que poderiam resultar se você decidisse cultivar ativamente o hábito de servir a outros, “buscando o bem” deles ou “não apenas os seus interesses, mas também os deles”, como as duas passagens bíblicas citadas aconselham?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
"Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará." João 12, 26
Salmos 2, 11
Lucas 22, 25-27
Efésios 6, 5-9
1 Pedro 2, 13-21
24 de fev. de 2010
O futuro para os líderes cristãos
Sempre insisti que não podemos definir um líder a partir de critérios como desempenho ou eficiência. Estes não identificam o líder, apenas o qualificam. Ajudam na avaliação, na definição de categorias como “bom líder” ou “mau líder”. Líderes podem ser maus. Terrivelmente maus. A história conta de vários, cujas lideranças tornaram-se desastrosas para um número absurdamente grande de pessoas.
Bons líderes estão em falta. São aqueles cujas motivações são justas e as realizações, éticas. Trabalham pelo bem comum. Doam-se (nem sempre por inteiro ou sem expectativas de recompensa, mas...) e contribuem para o despertar do que há de melhor nos outros. São disciplinados, corretos e amáveis. Têm defeitos, mas nada que prejudique suas lideranças. Aliás, os defeitos parecem aproximá-los ainda mais dos que os seguem, pois revelam-nos mais humanos e verdadeiros.
A liderança cristã, no entanto, é muito mais que uma boa liderança. É uma renúncia e uma entrega. Não intenciona sucesso ou realização, mas morte do eu, seu aniquilamento. Como aconselhou Spurgeon: “Preparem-se, meus jovens amigos, para se tornarem cada vez mais fracos; preparem-se para mergulhar a níveis cada vez mais baixos de auto-estima; preparem-se para a auto-aniquilação; e orem para que Deus apresse este processo”. Glorificar Jesus Cristo é a missão.
Morrer é a exigência do liderar. O líder cristão não é chamado a liderar como Cristo, imaginando que possa imitá-lo, mas em Cristo, deixando-o viver em seu lugar. É uma liderança no Espírito, em seu poder e direção. Técnicas, recursos pessoais, habilidades individuais e formações de qualquer ordem ganham importância secundária. Ser cheio do Espírito Santo é o que mais interessa. O resto, quando presente (e não há por que desprezar todas estas coisas que um líder pode adquirir ao longo de seu ministério), fica consagrado a Deus, razão maior de todo esforço ou dedicação. E tudo ainda pode ser considerado como refugo, a fim de se ganhar a aprovação do Senhor.
O futuro da liderança cristã dependerá, portanto, de resistência e submissão. Resistência aos apelos de um mundo voltado para as realizações pessoais e egocêntricas. O líder cristão não será maior que João Batista e sua declaração de fé: “importa que Ele cresça e que eu diminua”. Submissão aos princípios e valores da Palavra de Deus e à vida no Espírito. O líder cristão não dirá menos que o Apóstolo Paulo em seu lema existencial: “Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. É uma questão de fé.
Pode ser que um líder verdadeiramente cristão não seja considerado bom líder aos olhos da sociedade, com seus critérios distorcidos de avaliação. É possível que seja criticado, desprezado ou até perseguido. É bem provável que sinta-se deslocado e sem lugar no mundo muitas vezes. Mas saberá, sempre, em quem tem crido, e que é poderoso para guardar seu tesouro até o dia final. E jamais será mau líder. Não, nunca um mau líder.
Quem viver, verá!
Extraído do livro "Para o Líder que existe em Você", Espaço Palavra Publicações, de Marcelo Gomes.
Bons líderes estão em falta. São aqueles cujas motivações são justas e as realizações, éticas. Trabalham pelo bem comum. Doam-se (nem sempre por inteiro ou sem expectativas de recompensa, mas...) e contribuem para o despertar do que há de melhor nos outros. São disciplinados, corretos e amáveis. Têm defeitos, mas nada que prejudique suas lideranças. Aliás, os defeitos parecem aproximá-los ainda mais dos que os seguem, pois revelam-nos mais humanos e verdadeiros.
A liderança cristã, no entanto, é muito mais que uma boa liderança. É uma renúncia e uma entrega. Não intenciona sucesso ou realização, mas morte do eu, seu aniquilamento. Como aconselhou Spurgeon: “Preparem-se, meus jovens amigos, para se tornarem cada vez mais fracos; preparem-se para mergulhar a níveis cada vez mais baixos de auto-estima; preparem-se para a auto-aniquilação; e orem para que Deus apresse este processo”. Glorificar Jesus Cristo é a missão.
Morrer é a exigência do liderar. O líder cristão não é chamado a liderar como Cristo, imaginando que possa imitá-lo, mas em Cristo, deixando-o viver em seu lugar. É uma liderança no Espírito, em seu poder e direção. Técnicas, recursos pessoais, habilidades individuais e formações de qualquer ordem ganham importância secundária. Ser cheio do Espírito Santo é o que mais interessa. O resto, quando presente (e não há por que desprezar todas estas coisas que um líder pode adquirir ao longo de seu ministério), fica consagrado a Deus, razão maior de todo esforço ou dedicação. E tudo ainda pode ser considerado como refugo, a fim de se ganhar a aprovação do Senhor.
O futuro da liderança cristã dependerá, portanto, de resistência e submissão. Resistência aos apelos de um mundo voltado para as realizações pessoais e egocêntricas. O líder cristão não será maior que João Batista e sua declaração de fé: “importa que Ele cresça e que eu diminua”. Submissão aos princípios e valores da Palavra de Deus e à vida no Espírito. O líder cristão não dirá menos que o Apóstolo Paulo em seu lema existencial: “Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. É uma questão de fé.
Pode ser que um líder verdadeiramente cristão não seja considerado bom líder aos olhos da sociedade, com seus critérios distorcidos de avaliação. É possível que seja criticado, desprezado ou até perseguido. É bem provável que sinta-se deslocado e sem lugar no mundo muitas vezes. Mas saberá, sempre, em quem tem crido, e que é poderoso para guardar seu tesouro até o dia final. E jamais será mau líder. Não, nunca um mau líder.
Quem viver, verá!
Extraído do livro "Para o Líder que existe em Você", Espaço Palavra Publicações, de Marcelo Gomes.
Assinar:
Postagens (Atom)