Com o propósito de preparar os santos para a obra do ministério até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus. Que cheguemos à maturidade e não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro.
Mostrando postagens com marcador Empresas cristãs. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Empresas cristãs. Mostrar todas as postagens
2 de mai. de 2012
Mensagem do dia (02/05/2012)
"Ser honesto e ter pouco é melhor do que ter muito lucro com desonestidade." Provérbios 16, 8
3 de abr. de 2012
Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor. Você concorda?
"Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor" Charles Spurgeon
E você cristão, o que pensa disso?
E você cristão, o que pensa disso?
1 de fev. de 2012
Steve Jobs, o Sucesso e a Bíblia
Quando Steve Jobs morreu no ano passado, deixou um legado de realizações que mudaram de forma impressionante nosso modo de viver. Como co-fundador da Apple Inc., ele foi a figura central na revolução do computador pessoal. O Macintosh da Apple, apresentado no início dos anos 80, transformou a maneira como pensamos e usamos computadores. Ele foi também co-fundador dos Estúdios de Animação Pixar, que abriram novos caminhos para filmes de animação computadorizada. Antes de sua morte, iPads, iPhones e Ipods ajudaram a abrir horizontes inimagináveis para a comunicação e o entretenimento. A vida e o trabalho de Jobs tocaram virtualmente todos os empresários e profissionais.
Jobs era um visionário único, pioneiro e inovador, e todos podem extrair benefícios dos princípios que nortearam seu sucesso. O site Entrepreneur.com publicou um artigo descrevendo as “sete regras de sucesso” de Jobs. Embora ele não fosse adepto do cristianismo, cada uma de suas regras de sucesso se alinha a princípios bíblicos estabelecidos há milhares de anos. Vamos examiná-los:
1. Faça o que você ama. Jobs afirmou: “Pessoas com paixão podem mudar o mundo para melhor”. A ideia de paixão e propósito em nossas buscas diárias é resumida no livro de Colossenses 3.23-24: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança...”.
2. Deixe uma marca no universo. Jobs certa vez perguntou ao CEO de uma companhia de bebidas: “Você quer gastar sua vida vendendo água açucarada ou quer mudar o mundo”? Ele era a favor de uma visão vigorosa e atrativa. Provérbios 29.18 oferece uma ideia semelhante: “Onde não há visão, o povo perece” (tradução livre).
3. Faça conexões. O pensamento de Jobs era tornar-se rico de experiências variadas e conectar ideias de diferentes campos. Esta ideia de conexão é sustentada por Romanos 8.28, que afirma: “Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem Ele chamou de acordo com o Seu plano”.
4. Diga não a mil coisas. Manter foco bem definido foi importante para Jobs, que afastou produtos promissores, mas que poderiam ter minado a perícia e o sucesso de sua empresa. No Antigo Testamento da Bíblia, Provérbios 4.27 afirma: “Evite o mal e caminhe sempre em frente; não se desvie um só passo do caminho certo”.
5. Crie loucamente experiências diferentes. Ao desenvolver lojas de varejo, Jobs queria que os clientes tivessem uma experiência profunda e enriquecedora. Jesus exibiu uma atitude do tipo “primeiro os outros” quando ensinou: “Façam aos outros a mesma coisa que querem que eles façam a vocês” (Lucas 6.31).
6. Domine a fundo a mensagem. Jobs compreendeu que mesmo as melhores ideias, se não forem eficientemente comunicadas, são de pouco valor. Por motivo semelhante o apóstolo Paulo escreveu: “Sejam sábios no procedimento para com os de fora... O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um” (Colossenses 4.5-6).
7. Venda sonhos, não produtos. Jobs compreendeu a importância de apelar para os desejos, esperanças e ambições das pessoas. Jesus ofereceu motivação semelhante a Seus seguidores: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações... ensinando-os a obedecer a tudo o que Eu lhes ordenei...” (Mateus 28.19-20).
Por Robert J. Tamasy
________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Pensando nos produtos e inovações que surgiram com Jobs, qual foi o impacto que ele como empresário, visionário e pioneiro exerceu em sua vida, direta ou indiretamente?
2. Que outros indivíduos, nos negócios ou outras áreas da vida, tiveram impacto semelhante em sua vida e trabalho diários?
3. Qual das “regras de sucesso” mencionadas lhe parece útil em seus empreendimentos profissionais?
4. Existe o ditado: “Toda verdade é a verdade de Deus”. Quer se reconheça ou não, verdades e princípios universais existem porque Deus os criou. Você concorda?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 1, 7;20-33
Provérbios 11.30
Provérbios 13, 20
Provérbios 14, 23
Provérbios 16, 26
Eclesiastes 9, 10
João 18, 37-38
Romanos 12, 11
6 de jan. de 2012
Mensagem do dia: Provérbios 10, 2-5
Provérbios 10, 2-5
Aquilo que se consegue com desonestidade não serve de
nada, mas a honestidade livra da morte.
O Senhor Deus não deixa que os bons passem fome, mas
impede os maus de conseguirem o que tanto querem.
O preguiçoso fica pobre, mas quem se esforça no trabalho
enriquece.
Quem tem juízo colhe no tempo certo, mas quem dorme na
época da colheita passa vergonha.
11 de dez. de 2011
Por Que Fracassam as Sociedades?
Fui muito afortunado por ter sido sócio de três amigos – Shan Burke, Don Smith e Ron Young - em empreendimentos bem-sucedidos. Entretanto, estatisticamente apenas uma de cada 35 sociedades é bem-sucedida. As restantes fracassam. Sendo assim, com base nesse dado desanimador seria sábio evitar fazer sociedades.
A pergunta é: por que as sociedades geralmente fracassam?
Penso que há uma razão bem simples: porque questões corretas não são abordadas desde o início, antes da assinatura do contrato social e dos apertos de mãos. Vejamos alguns princípios e palavras de cautela a considerar antes de se assumir o risco de entrar em uma sociedade:
Não se ponha em “jugo desigual”. A Bíblia faz este alerta: “Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas” (2 Coríntios 6, 14). Do mesmo modo que você não “atrelaria” um cavalo e um boi juntos, os seguidores de Jesus Cristo não deveriam ligar-se àqueles que ainda O seguem. Mesmo que ambas as partes professem ser cristãs, isso não assegura uma combinação igual. Um pônei e um garanhão, por exemplo, são ambos cavalos, mas têm tamanhos e temperamentos diferentes. Mesmo compartilhando algumas similaridades, ainda assim são “desiguais”.
Qual o propósito da sociedade? Cada parte deveria escrever suas expectativas e objetivos para a sociedade. As listas não precisam ser idênticas, mas devem ser compatíveis. Como por exemplo: o que será feito quando tiver lucro? E quando houver prejuízo? Os objetivos podem ser alcançados sem entrar numa sociedade formal, legalmente constituída?
Quem é a autoridade final? Quando decisões cruciais precisarem ser tomadas, quem será a autoridade definitiva? Você estaria disposto a submeter-se à autoridade de outra pessoa?
Qual é o perfil de personalidade de cada sócio? Vocês podem ser ótimos amigos, gostar de trabalhar juntos e compartilhar valores em comum, mas se suas personalidades e estilo de trabalho forem muito diferentes, os conflitos serão inevitáveis.
Vocês concordam quanto a princípios? Se houver discordância na sociedade quanto as operações de curto prazo ou objetivos de longo prazo, qual será o mecanismo para resolvê-la? Ambos estariam dispostos a usar a Bíblia e seus princípios sobre negócios para resolver conflitos?
Coloque TODOS os detalhes por escrito. Existe um ditado que diz: “Um pequeno lápis é melhor do que uma grande memória”. Torne isso tão claro que, se necessário, ambos sejam capazes de facilmente completar os detalhes. Inclua o que aconteceria na eventualidade de um divórcio, incapacitação, desinteresse, morte, dívidas ou desonestidade.
Faça SEMPRE um acordo de compra e venda. Este deveria ser um acordo que qualquer parte poderia desencadear, a qualquer momento, sem disputas. Se a sociedade não funcionar, terminá-la não deverá ser a causa de problemas desnecessários.
Envolva seu cônjuge. Por ser controlador, viciado em correr riscos, geralmente não envolvia minha esposa nas decisões de negócios. Eu tinha experiência, um MBA e pensava. Liz era apenas uma professora primária. Mas cometi erros tolos até aprender que, em todas as fases da vida, eu estava envolvido em sociedade – com Deus, como “sócio gerente”, e com minha esposa, como “sócia igualitária”. Aceitei que ela tivesse o “poder de veto” sobre minhas decisões de negócios. A princípio, temia que jamais fizesse outro bom negócio novamente, porque até Liz entender o que se tratava, todos os bons negócios já teriam ido embora. Mas aos poucos fui entendendo que Deus a dotou com um “radar intuitivo” que eu não tenho. Dessa forma, evitamos MUITOS maus negócios e desfrutamos de uma vida sob medida.
Por Ken Korkow
________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você faz ou já fez parte de uma sociedade? Como tem sido essa experiência para você?
2. O que você pensa do aviso bíblico para não se colocar em “jugo desigual”? Você concorda com este princípio ou o acha desnecessariamente restritivo?
3. Quais dos demais princípios sobre sociedade lhe parecem mais úteis ou práticos? Algum deles o levaria a ser mais cauteloso antes de fazer sociedade?
4. Que achou da sugestão do autor de envolver o cônjuge nas decisões nos negócios? Acha isso realista, mesmo que ele (ela) não tenha experiência no negócio que você faz?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
"O caminho do insensato parece-lhe justo, mas o sábio ouve os conselhos." Provérbios 12, 15
"Os planos fracassam por falta de conselho, mas são bem sucedidos quando há muitos conselheiros." Provérbios 15, 22
"Ouça conselhos e aceite instruções, e acabará sendo sábio." Provérbios 19, 20
"Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro." Provérbios 27, 17
"É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas.Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se!E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho?Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade." Eclesiastes 4, 9-12
16 de out. de 2011
O importante é COMO fazemos e não O QUÊ fazemos
Você já teve um emprego que achava estar aquém das suas habilidades ou que você odiava? Todos nós já tivemos um emprego assim, certo? O que você faz a respeito disso?
Se você for igual a mim, em situações assim sentiu-se tentado a deixar “o barco correr”, não empregando o melhor dos seus esforços. Parece fácil adotar a atitude do tipo “Eu não mereço ter que fazer isto!” ou “Eu detesto este trabalho!” Quando acreditamos que estamos sendo tratados injustamente, é fácil justificarmos porque estamos fazendo menos do que o melhor que sabemos. Entretanto, se cair neste engano, você estará apenas ferindo a si mesmo.
Temos a tendência de tornar “o que fazemos”, “onde fazemos” e “o que recebemos” os fatores mais importantes do nosso trabalho. Essa linha de pensamento, contudo, na melhor das hipóteses é equivocada e certamente não honra a Deus. O que fazemos no trabalho, onde o fazemos e quanto ganhamos não são nem de longe tão importantes quanto COMO o fazemos.
A maioria de nós deseja se envolver em algo significativo. A boa nova é que a significância do nosso trabalho não tem nada a ver com nossos títulos ou com o que fazemos. Significância tem tudo a ver com a condição do nosso coração. Isto porque nosso coração – nossas motivações interiores – é que determinam como realizamos nosso trabalho.
Contratei muitas pessoas ao longo dos anos e, admito, fiz um trabalho deficiente em muitas ocasiões. Eu tinha a tendência de encarar as pessoas muito positivamente quando as entrevistava, achando que eram exatamente o que procurávamos. Sabendo o que sei hoje, eu faria perguntas diferentes aos candidatos a um emprego durante uma entrevista. Eu tentaria determinar qual seria sua atitude se lhes pedissem que realizassem tarefas comuns ou mesmo humilhantes, como limpar banheiros ou varrer o chão da empresa. A resposta a essas perguntas poderia revelar muito sobre o quanto eles se encaixariam em nossa equipe.
Um dos meus personagens preferidos do Antigo Testamento da Bíblia é um homem que entendeu isso. José (sua história começa em Gênesis 37) teve um caminho difícil a maior parte de sua vida. Começou quando ele foi vendido como escravo por seus irmãos. Como escravo, ele desempenhou suas funções de forma admirável e acabou sendo elevado a uma posição de grande responsabilidade até ser falsamente acusado e aprisionado. Na prisão, ele novamente fez o melhor em suas circunstâncias e foi alçado ao cargo de administrador até ser libertado.
Depois de solto, José ganhou outra promoção, desta vez tornando-se o segundo no governo de todo o Egito, reportando-se somente a Faraó. Em cada uma dessas ocasiões, José não teria sido promovido se não tivesse trabalhado com todo seu coração “como se trabalhasse para o Senhor”, como instrui Colossenses 3, 23 a todo aquele que crê e segue a Deus.
Portanto, se você se acha numa posição que não aprecia ou sente indigna de suas qualificações, reconheça que Deus está olhando o seu coração. Ele precisa que você seja fiel nas pequenas coisas, antes que possa levá-lo a lidar com maiores responsabilidades.
Considere o que Jesus disse a Seus seguidores sobre a importância de serem bons mordomos, não apenas de bens materiais, mas também do trabalho e das oportunidades que Ele nos dá:
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você já teve um emprego que achava estar aquém das suas habilidades ou que você odiava? Como reagiu à situação?
2. Como é possível gerar e manter um nível de entusiasmo por um trabalho que você ache humilhante ou não o desafie profissionalmente? É justificável de alguma forma não oferecer ao empregador o melhor de seus esforços em situações como essa? Explique sua resposta.
3. Você já se deparou com alguma circunstância – talvez em sua própria carreira – onde alguém escolheu por de lado o ego e realizar um trabalho que não estava à altura de sua capacidade? O que essa atitude diz a respeito dessa pessoa? Qual sua opinião?
4. O que você acha da ideia de ser fiel no desempenho de “pequenas coisas” para provar que é digno de fazer coisas maiores?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos:
Provérbios 16, 16
Provérbios 21, 5
Provérbios 22, 29
Provérbios 27, 18
Eclesiastes 9, 10
Colossenses 3, 17;23-24
II Timóteo 2, 15
Se você for igual a mim, em situações assim sentiu-se tentado a deixar “o barco correr”, não empregando o melhor dos seus esforços. Parece fácil adotar a atitude do tipo “Eu não mereço ter que fazer isto!” ou “Eu detesto este trabalho!” Quando acreditamos que estamos sendo tratados injustamente, é fácil justificarmos porque estamos fazendo menos do que o melhor que sabemos. Entretanto, se cair neste engano, você estará apenas ferindo a si mesmo.
Temos a tendência de tornar “o que fazemos”, “onde fazemos” e “o que recebemos” os fatores mais importantes do nosso trabalho. Essa linha de pensamento, contudo, na melhor das hipóteses é equivocada e certamente não honra a Deus. O que fazemos no trabalho, onde o fazemos e quanto ganhamos não são nem de longe tão importantes quanto COMO o fazemos.
A maioria de nós deseja se envolver em algo significativo. A boa nova é que a significância do nosso trabalho não tem nada a ver com nossos títulos ou com o que fazemos. Significância tem tudo a ver com a condição do nosso coração. Isto porque nosso coração – nossas motivações interiores – é que determinam como realizamos nosso trabalho.
Contratei muitas pessoas ao longo dos anos e, admito, fiz um trabalho deficiente em muitas ocasiões. Eu tinha a tendência de encarar as pessoas muito positivamente quando as entrevistava, achando que eram exatamente o que procurávamos. Sabendo o que sei hoje, eu faria perguntas diferentes aos candidatos a um emprego durante uma entrevista. Eu tentaria determinar qual seria sua atitude se lhes pedissem que realizassem tarefas comuns ou mesmo humilhantes, como limpar banheiros ou varrer o chão da empresa. A resposta a essas perguntas poderia revelar muito sobre o quanto eles se encaixariam em nossa equipe.
Um dos meus personagens preferidos do Antigo Testamento da Bíblia é um homem que entendeu isso. José (sua história começa em Gênesis 37) teve um caminho difícil a maior parte de sua vida. Começou quando ele foi vendido como escravo por seus irmãos. Como escravo, ele desempenhou suas funções de forma admirável e acabou sendo elevado a uma posição de grande responsabilidade até ser falsamente acusado e aprisionado. Na prisão, ele novamente fez o melhor em suas circunstâncias e foi alçado ao cargo de administrador até ser libertado.
Depois de solto, José ganhou outra promoção, desta vez tornando-se o segundo no governo de todo o Egito, reportando-se somente a Faraó. Em cada uma dessas ocasiões, José não teria sido promovido se não tivesse trabalhado com todo seu coração “como se trabalhasse para o Senhor”, como instrui Colossenses 3, 23 a todo aquele que crê e segue a Deus.
Portanto, se você se acha numa posição que não aprecia ou sente indigna de suas qualificações, reconheça que Deus está olhando o seu coração. Ele precisa que você seja fiel nas pequenas coisas, antes que possa levá-lo a lidar com maiores responsabilidades.
Considere o que Jesus disse a Seus seguidores sobre a importância de serem bons mordomos, não apenas de bens materiais, mas também do trabalho e das oportunidades que Ele nos dá:
“O senhor respondeu: Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!” Mateus 25, 21________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você já teve um emprego que achava estar aquém das suas habilidades ou que você odiava? Como reagiu à situação?
2. Como é possível gerar e manter um nível de entusiasmo por um trabalho que você ache humilhante ou não o desafie profissionalmente? É justificável de alguma forma não oferecer ao empregador o melhor de seus esforços em situações como essa? Explique sua resposta.
3. Você já se deparou com alguma circunstância – talvez em sua própria carreira – onde alguém escolheu por de lado o ego e realizar um trabalho que não estava à altura de sua capacidade? O que essa atitude diz a respeito dessa pessoa? Qual sua opinião?
4. O que você acha da ideia de ser fiel no desempenho de “pequenas coisas” para provar que é digno de fazer coisas maiores?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos:
Provérbios 16, 16
Provérbios 21, 5
Provérbios 22, 29
Provérbios 27, 18
Eclesiastes 9, 10
Colossenses 3, 17;23-24
II Timóteo 2, 15
10 de out. de 2011
Fé e Ambiente de Trabalho
Há controvérsias sobre o expressar crenças espirituais no ambiente de trabalho. Algumas pessoas acreditam que qualquer declaração de fé no ambiente profissional é imprópria, como se em algum lugar existisse um documento que ordenasse explicitamente a “separação entre fé e trabalho”. Outros argumentariam que verbalizar o que se crê é o direito inerente de uma pessoa, não importa onde isso aconteça. Quem está certo?
Meu amigo Preston Bowman, em recente postagem em seu blog, discutindo seu ponto de vista sobre a conveniência de misturar-se negócios e religião, ofereceu sábio conselho: “Se você é alguém para quem Deus é uma parte muito real de sua vida”, escreveu Preston, “não esconda nem imponha isto. Fale livre e naturalmente sobre sua vida, seus valores e suas crenças”. Entretanto, ele alertou: “Jamais use Deus ou uma linguagem religiosa para impressionar alguém ou progredir nos negócios”.
Essa perspectiva se encaixa muito bem com a abordagem endossada pelo apóstolo Paulo quando escreveu no Novo Testamento da Bíblia:
“Nós não somos como muitas pessoas que entregam a mensagem de Deus como se estivessem fazendo um negócio qualquer. Pelo contrário, foi Deus quem nos enviou, e por isso anunciamos a Sua mensagem com sinceridade na presença dele, como mensageiros de Cristo” II Coríntios 2, 17Você já encontrou alguém que tentou usar a religião ou espiritualidade como ferramenta de marketing? Talvez incluindo uma frase religiosa ou uma passagem da Bíblia num cartão de negócios ou papel timbrado a fim de identificar-se para outros “crentes”? Isto não quer dizer que devemos nos envergonhar de sustentar com sinceridade nossas crenças, mas exibi-las com o propósito primário de tentar progredir nos negócios ou atrair mais clientes é, como Paulo afirmou “negociar a Palavra de Deus visando lucro”.
Além disso, há momentos em que é aceitável falar sobre assuntos de fé e momentos em que não é. A menos que você tenha sido contratado como capelão da organização, a descrição de suas tarefas provavelmente não inclui pregar sermões ou manter longos diálogos espirituais durante o horário de trabalho. Uma das melhores maneiras de comunicarmos com eficácia nossa fé é realizando nosso trabalho com excelência. E isto significa concentrarmo-nos em nossas tarefas.
Se alguém lhe perguntar sobre fé no decorrer de um dia de trabalho, você deve “...Estar sempre prontos para responder a qualquer pessoa que pedir que expliquem a esperança que vocês têm” I Pedro 3, 15. Contudo, o exato momento em que a pergunta é feita pode não ser o melhor momento para a resposta. Pode ser mais conveniente dar um jeito de discutir o assunto durante o almoço ou no intervalo para o café, para que ninguém possa acusá-lo de não dar o melhor do seu trabalho à sua empresa, em todo o tempo.
Outra consideração é se nossas ações são consistentes com o que dizemos. Alguém já disse: “Se o seu caminhar não se alinha com o que você diz, quanto menos você falar melhor”. Vivemos num mundo onde todos têm crenças e opiniões de toda natureza. A única forma de saber que eles sinceramente crêem no que dizem é ver se sua vida e suas palavras estão em concordância. Jesus disse: “...A luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu” Mateus 5, 16.
Assim, respondendo se é ou não conveniente expressar nossas crenças no ambiente de trabalho, minha resposta é: não tema falar sobre seus valores, mas somente se eles forem sinceros e autênticos!
Por Rick Boxx
________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Qual sua opinião sobre as pessoas discutirem suas crenças pessoais no ambiente de trabalho?
2. Você já se encontrou numa situação em que alguém falava sobre sua fé ou assuntos espirituais de maneira claramente inadequada?
3. Você acha que é importante que as ações pessoais e profissionais de alguém sejam consistentes com aquilo que ela reivindica crer espiritualmente?
4. Como você reage à sugestão do autor de que não se deve temer “falar sobre nossos valores, mas somente se eles forem sinceros e autênticos”?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Mateus 28, 19-20
Gálatas 6, 9-10
Efésios 6, 19-20
Colossenses 4, 5-6
Tiago 2, 14-18
7 de out. de 2011
Não existem perguntas tolas
Saber quais as perguntas certas a fazer são duas das mais importantes habilidades a desenvolver para se ser bem-sucedido na vida, seja no trabalho, no lar ou em qualquer outra área pessoal.
• Sem fazer perguntas não podemos fazer distinções.
• Se não fizermos distinções não podemos tomar decisões.
• Se não tomarmos decisões não poderemos agir.
• Se não agirmos poderemos fracassar!
Ao contrário da opinião popular, fazer perguntas é sinal de inteligência.
Quanto maior for a inteligência, maior a probabilidade de investigar, refletir e questionar. Sempre se está buscando aprender, compreender e crescer. E não existem perguntas tolas. Tolice é não perguntar e buscar esclarecimento quando não entendemos alguma coisa. Quando permitimos que a preocupação com nossa imagem - “Devo aparentar que sei tudo” - tenha prioridade sobre o aprendizado, isto é tolice!
Will Rogers, humorista e observador da vida, disse certa vez: “Todo mundo é ignorante, embora em diferentes assuntos!” De modo similar, por termos tido diferentes experiências, podemos aprender uns com os outros se formos sábios o bastante para fazer as perguntas certas.
A Bíblia diz: “Os pensamentos de uma pessoa são como água em poço fundo, mas quem é inteligente sabe como tirá-los para fora” Provérbios 20, 5. O modo de extrair sabedoria de outras pessoas é fazendo perguntas. Existem vários tipos de perguntas. Aqui vai uma amostra do tipo de pergunta que podemos fazer:
• Perguntas para exercitar a mente: O que aconteceria se...? Existe uma maneira melhor?
• Perguntas que definem: Qual é a questão real aqui?
• Perguntas investigativas: Quais são os fatos? O que precisamos saber?
• Perguntas que resolvem problemas: Quais são as maneiras de superarmos isto?
• Perguntas que estabelecem prioridade: O que é mais importante?
• Perguntas cautelosas: O que há de errado com esta ideia?
• Perguntas catalisadoras: O que nós vamos fazer agora?
Os grandes professores compreendem que fazer perguntas é uma das mais eficientes ferramentas de ensino. Se você é supervisor, administrador, vendedor ou pai, tente esta abordagem: ao invés de dizer que você está procurando liderar, ou o que acha que elas devem fazer, envolva suas mentes fazendo-lhes perguntas. Faça-as pensar e busque conduzi-las às ações que você acha que devem adotar.
Se quiser se tornar um mestre nisso, pegue uma Bíblia e leia os primeiros quatro livros do Novo Testamento (os Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João). Enquanto lê, sublinhe todas as perguntas que Jesus fez.
Ninguém foi mais eficiente que Jesus no uso de perguntas para treinar, liderar, ensinar, inspirar e encorajar. Para aprender a fazer alguma coisa bem feita é preciso aprender com o Melhor!
________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. O autor escreve sobre a importância de se fazer perguntas. Você é bom nisso? As pessoas geralmente lhe perguntam coisas?
2. Em sua opinião, por que as pessoas relutam em fazer perguntas mesmo que sejam válidas e valham a pena ser feitas?
3. Geralmente você faz perguntas para as pessoas que conhece para extrair algo de sua sabedoria e experiência?
4. Você é capaz de recordar qual a maior e mais importante pergunta que você já fez?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos:
"Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança." Provérbios 11, 14
"O zombador não gosta de quem o corrige, nem procura a ajuda do sábio." Provérbios 15, 12
"Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam." Provérbios 15, 22
"O homem sábio é forte, e o homem de conhecimento consolida a força. Com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros." Provérbios 24, 5-6
2 de out. de 2011
Os melhores líderes têm coração de Pastor
O que você sabe sobre ovelhas? A não ser que elas nos fornecem lã e suas crias são chamadas de cordeiros, a maioria de nós nada sabe sobre elas, a menos que você viva na Nova Zelândia, onde seu número supera o número de pessoas. Anos atrás, porém, aprendi algumas coisas intrigantes a respeito desses animais lanosos, enquanto escrevia um livro em parceria com meu amigo Ken Johnson.
Ken passou anos cuidando de ovelhas em sua “fazenda de recreação”, enquanto trabalhava em tempo integral. Ele queria apresentar algumas observações no livro, inicialmente intitulado “Reflexões Sobre Rebanho” e mais tarde, após revisão, “Vivendo Com Um Coração de Pastor”. Eis uma amostra do que as ovelhas lhe ensinaram.
A ilusão da grama mais verde. Um velho ditado diz: “A grama é sempre mais verde do outro lado da cerca”. Ovelhas também acreditam nisso, segundo Ken observou seu rebanho fazer. Elas literalmente destruíram a grama sob suas patas, enquanto se esforçavam para comer a que estava do lado de fora do cercado. Algum dia você já fez o mesmo com seu emprego, empresa ou família, simplesmente porque uma segunda alternativa aparentava ser melhor - e acabou descobrindo que não era?
Seguir o líder do rebanho nem sempre é o melhor. Certa manhã, meu amigo segurou um cabo de vassoura diante da primeira ovelha, enquanto o rebanho deixava o aprisco. A ovelha que liderava o rebanho pulou o obstáculo. Ken então retirou o cabo de vassoura, mas as demais ovelhas continuaram a saltar no mesmo local, embora o objeto que motivava o salto já tivesse sido removido. Você já fez algo só porque outra pessoa estava fazendo, sem perguntar por quê? Ou seguiu uma prática tradicional sem se deter para avaliar se ainda era necessária?
Por conta própria, ovelhas tendem a se meter em problemas. Às vezes a ovelha decide adotar seu próprio rumo, desviando-se da vigilância protetora do pastor. O resultado pode ser desastroso: pernas quebradas, ficar enroscada nos arbustos e até mesmo cair e ficar incapaz de colocar-se novamente de pé. Sem imediata assistência do pastor, poucos minutos a separam da morte.
A história de Ken demonstrou o que diz a passagem bíblica: “Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho...” (Isaías 53, 6). Sem a direção de um pastor diligente, ovelhas podem facilmente de deparar com catástrofes.
No mundo profissional e empresarial uma das tarefas que os líderes têm é servir como “pastores supervisionando seu rebanho” no desempenho de suas responsabilidades. O líder deve proporcionar ambiente de trabalho seguro, prever perigos que espreitam adiante e certificar-se de que os trabalhadores recebam o que precisam para um desempenho excelente.
Sob a perspectiva espiritual, um sábio pastor no ambiente de trabalho olha para o exemplo de Jesus Cristo, que descreveu a Si mesmo como “Eu sou o bom pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem” (João 10, 14). Anteriormente, na mesma passagem, Ele disse: “O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10, 11). Quando líderes demonstram disposição para fazer o que for necessário, colocando o interesse dos trabalhadores em primeiro lugar, podem estar certos de que atrairão seguidores fiéis.
Como líder, você está disposto a fazer o duro trabalho de pastor, sob a direção do Pastor?
Próxima semana tem mais!
Por Robert J. Tamasy
________________________________________
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você conhece de alguma forma o trabalho com ovelhas? Que lhe pareceu a metáfora das ovelhas em relação ao que ocorre na liderança de pessoas?
2. Como você se sente ao ser descrito em termos de ser uma “ovelha”? Acha ofensivo ou constrangedor?
3. Você já vivenciou o princípio da “grama mais verde” em ação? Por que somos frequentemente seduzidos pela idéia de que o que ainda não temos é sempre melhor do que o que possuímos?
4. Você se vê servindo no papel de “pastor” onde trabalha? Você realiza esse papel para com os outros? O que acha da sugestão de seguir Jesus, que descreveu a Si mesmo como “o bom pastor”?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos: Salmo 23
Isaías 53, 7
Marcos 6, 34
Lucas 15, 1-7
João 10, 1-18
João 21, 16-17
Atos 8, 32
1ª Pedro 2, 21-25
12 de set. de 2011
Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas o Senhor determina seus passos
Estratégia de Crescimento Confiável
Por Rick Boxx
Uma amiga, preocupada com o impacto causado pela economia em seu negócio, fez-me uma boa pergunta: Está certo orar pedindo mais negócios? Minha resposta foi simples: Depende.
la disse ser grata a Deus pelo que Ele provera até então, mas admitiu ter forte desejo de ver seu empreendimento crescer. Enquanto conversávamos, expliquei-lhe que a resposta quanto a ser apropriado ou não orar pedindo mais negócios depende da motivação subjacente. Se alguém decide orar por mais negócios, por causa da preocupação e do medo que o futuro possa trazer, está ignorando o mandamento dado por Jesus para não nos preocuparmos. O foco de Jesus é a motivação:
Com demasiada frequência relegamos qualquer sentimento da presença de Deus e do Seu envolvimento pessoal em nossas vidas aos domingos pela manhã. Ou talvez nos sintamos livres para orar a Ele somente quando confrontados por graves questões. Porém, quando se trata de negócios ou necessidades do ambiente de trabalho, por algum motivo deixamos Deus fora da equação.
Repetidamente vemos na Bíblia que Deus quer que oremos. Mas ela também nos adverte que nossos corações ou motivação precisam estar no lugar correto, seja no trabalho, no lar ou onde quer que estejamos.
Sobre a oração, a Bíblia nos ensina a orar continuamente (I Tessalonicenses 5, 17). Significa o tempo todo e onde quer que estejamos. Também somos admoestados:
----
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você ora pelo seu trabalho ou pelo seu negócio? Já pensou em fazer isso?
2. No mundo empresarial e profissional nós planejamos, fazemos projetos, estabelecemos metas, controlamos e avaliamos. Mas quando se trata de orar, parece que é algo que raramente fazemos. Por que você acha que isso acontece?
3. Você pode pensar em uma ocasião em que realmente orou por um negócio ou questão relacionada ao trabalho e recebeu resposta direta e definitiva para suas orações?
4. Por que você acha que Deus dá tanta ênfase aos motivos por trás de nossas orações?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Provérbios 4, 23
Marcos 11, 22-24
Por Rick Boxx
Uma amiga, preocupada com o impacto causado pela economia em seu negócio, fez-me uma boa pergunta: Está certo orar pedindo mais negócios? Minha resposta foi simples: Depende.
la disse ser grata a Deus pelo que Ele provera até então, mas admitiu ter forte desejo de ver seu empreendimento crescer. Enquanto conversávamos, expliquei-lhe que a resposta quanto a ser apropriado ou não orar pedindo mais negócios depende da motivação subjacente. Se alguém decide orar por mais negócios, por causa da preocupação e do medo que o futuro possa trazer, está ignorando o mandamento dado por Jesus para não nos preocuparmos. O foco de Jesus é a motivação:
"Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas" Mateus 6, 33De modo similar, se um empresário está orando por mais negócios, mais vendas ou uma base de clientes maior, somente porque quer aumentar seus ganhos para gastar em coisas que deseja, novamente a resposta para a pergunta, É correto orar por mais negócios?, seria não. No mesmo ensino aos que O estavam seguindo, Jesus afirmou:
"Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro" Mateus 6, 24Entretanto, há razão legítima para se orar por mais negócios e estou certo que Deus vai encorajá-lo a fazer isso. Se sua intenção de desenvolver sua empresa deriva do desejo maior de agradar ainda mais a Deus, e servir seus clientes por meio de seus produtos e serviços, então essa é uma oração que Deus pode e quer responder. Talvez de maneira ainda maior do que você possa imaginar.
Com demasiada frequência relegamos qualquer sentimento da presença de Deus e do Seu envolvimento pessoal em nossas vidas aos domingos pela manhã. Ou talvez nos sintamos livres para orar a Ele somente quando confrontados por graves questões. Porém, quando se trata de negócios ou necessidades do ambiente de trabalho, por algum motivo deixamos Deus fora da equação.
Repetidamente vemos na Bíblia que Deus quer que oremos. Mas ela também nos adverte que nossos corações ou motivação precisam estar no lugar correto, seja no trabalho, no lar ou onde quer que estejamos.
Sobre a oração, a Bíblia nos ensina a orar continuamente (I Tessalonicenses 5, 17). Significa o tempo todo e onde quer que estejamos. Também somos admoestados:
"Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus" Filipenses 4, 6Ao mesmo tempo, a Bíblia também diz:
"Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres" Tiago 4, 3A ênfase que Deus dá à nossa motivação é citada em muitos outros lugares, inclusive em Provérbios 16, 2, que diz: "Todos os caminhos do homem lhe parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito"
----
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você ora pelo seu trabalho ou pelo seu negócio? Já pensou em fazer isso?
2. No mundo empresarial e profissional nós planejamos, fazemos projetos, estabelecemos metas, controlamos e avaliamos. Mas quando se trata de orar, parece que é algo que raramente fazemos. Por que você acha que isso acontece?
3. Você pode pensar em uma ocasião em que realmente orou por um negócio ou questão relacionada ao trabalho e recebeu resposta direta e definitiva para suas orações?
4. Por que você acha que Deus dá tanta ênfase aos motivos por trás de nossas orações?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Provérbios 16, 9: "Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas o Senhor determina os seus passos."
Provérbios 21, 2: "Todos os caminhos do homem lhe parecem justos, mas o Senhor pesa o coração."I Samuel 16, 7
Provérbios 4, 23
Marcos 11, 22-24
2 de ago. de 2011
Enfrentando a tentação
Qual é a maior tentação (ou tentações) com que você lida constantemente?
Por que, em sua opinião, é tão difícil vencer ou resistir às tentações?
A Bíblia afirma que Jesus Cristo, embora não tivesse pecado, também teve que confrontar a tentação. Como você enxerga esta questão?
Como você enfrenta suas tentações?
Vejamos o texto:
Quais são as maiores tentações em sua vida, as áreas em que você é mais vulnerável a transigir com seus valores e padrões pessoais e profissionais?
Para alguns, a ira é um castigo sempre presente. Tendências irritáveis podem se transformar em explosão à menor provocação.
Para outros é a tentação de distorcer a verdade, ou simplesmente mentir, especialmente quando se trata de obter vantagem em negócios, fechar venda ou atrair um cliente.
Outros lutam com cobiça ou inveja, nunca satisfeitos com o que possuem ou conquistaram. Existe sempre o desejo de ter mais.
Outros ainda lutam com tentações de ordem sexual em suas mais variadas formas, no ambiente de trabalho e outros lugares. Para estes, a luxúria nunca é satisfeita.
Um amigo falou-me há tempos acerca de uma sigla que ajuda a explicar porque nossas tentações parecem mais fortes em diferentes momentos de nossas vidas. A sigla é FISC, ou seja: faminto, irado, solitário e cansado. Cada uma dessas condições pode tornar nossas respectivas áreas de fraqueza ainda mais difíceis de administrar ou controlar.
Por exemplo, quando estou faminto minha inclinação natural para a impaciência fica ainda mais forte. Ao dirigir, resmungo impaciente contra os motoristas que impedem meu avanço. Se estiver num restaurante esperando que minha comida chegue, me descubro menos cortês e compreensivo com a demora. Eu quero o que quero e já!
Recentemente estava me sentindo irado com uma situação totalmente fora do meu controle. Sentia-me irado por causa da minha incapacidade de fazer algo e fiquei tentado a redirecionar aquela ira para os membros da família.
Todos nós já experimentamos estar só durante uma viagem de negócios e nos sentirmos solitários. Em ocasiões assim, buscamos estabelecer conversações casuais ou até companheirismo aparentemente inocente e, de repente, nos defrontamos com uma situação verdadeiramente comprometedora.
Após um dia particularmente estafante ou depois de concluída uma tarefa difícil que consumiu muito tempo, estar cansado pode rapidamente injetar conflito num relacionamento que normalmente apreciaríamos.
Um amigo falou-me há tempos acerca de uma sigla que ajuda a explicar porque nossas tentações parecem mais fortes em diferentes momentos de nossas vidas. A sigla é FISC, ou seja: faminto, irado, solitário e cansado. Cada uma dessas condições pode tornar nossas respectivas áreas de fraqueza ainda mais difíceis de administrar ou controlar.
Por exemplo, quando estou faminto minha inclinação natural para a impaciência fica ainda mais forte. Ao dirigir, resmungo impaciente contra os motoristas que impedem meu avanço. Se estiver num restaurante esperando que minha comida chegue, me descubro menos cortês e compreensivo com a demora. Eu quero o que quero e já!
Recentemente estava me sentindo irado com uma situação totalmente fora do meu controle. Sentia-me irado por causa da minha incapacidade de fazer algo e fiquei tentado a redirecionar aquela ira para os membros da família.
Todos nós já experimentamos estar só durante uma viagem de negócios e nos sentirmos solitários. Em ocasiões assim, buscamos estabelecer conversações casuais ou até companheirismo aparentemente inocente e, de repente, nos defrontamos com uma situação verdadeiramente comprometedora.
Após um dia particularmente estafante ou depois de concluída uma tarefa difícil que consumiu muito tempo, estar cansado pode rapidamente injetar conflito num relacionamento que normalmente apreciaríamos.
Sendo assim, o que fazer quando encontramos tentações?
Considere os conselhos sobre isso extraídos de um livro venerável, a Bíblia:
Não confunda tentação com mau procedimento.
Não confunda tentação com mau procedimento.
Ser tentado não significa falhar, pelo menos, não ainda. A tentação é apresentada como oportunidade para a má ação, o que a Bíblia define como “pecado”. Até mesmo Jesus foi tentado.
"O nosso Grande Sacerdote não é como aqueles que não são capazes de compreender as nossas fraquezas. Pelo contrário, temos um Grande Sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou"
Hebreus 4, 15
Quando tentado devemos buscar ajuda.
Alguém disse: “Posso resistir à tudo, menos à tentação”. Muitas vezes a resposta correta à tentação não é tentar com mais empenho resistir. É preciso reconhecer nossa fraqueza e pedir a Deus forças para vencer.
"E agora Jesus pode ajudar os que são tentados, pois Ele mesmo foi tentado e sofreu"
Hebreus 2, 18
Tentações demandam escolha consciente.
Um comediante usava a expressão "“O diabo me fez fazer isto"” para explicar um comportamento errado. Entretanto, ninguém pode nos forçar a fazer o que é errado. Nós consideramos e depois determinamos se agimos ou não segundo a tentação.
A Bíblia também apresenta outroas passagens que podem auxiliar na compreensão deste texto. Sugerimos:
Facilitadores da Tentação por Robert J. Tamasy
11 de jul. de 2011
O Líder: aquele que cresce e ajuda os outros a crescerem!!
Crescendo Ajundando Outros a Crescer
Ao pesquisar sobre “Liderança que Serve”, me deparei com uma citação atribuída a uma professora de seminário cujo nome é J. Carla Northcut, que afirma:
Pense sobre isso por um momento...
Às vezes parece que se a expressão “liderança que serve” é de alguma forma considerada na maioria dos ambientes profissionais e empresariais da atualidade, ela é basicamente compreendida desta maneira: “Eu sou o líder, você é o servo. Agora, faça o que eu mando você fazer”. Como a Dra. Northcut ressaltou, a marca de um líder efetivo não é o que ele realiza por si mesmo, mas o que ele predispõe e capacita outros a fazer.
É preciso um indivíduo forte para se sentir pessoalmente seguro o bastante para ajudar outros a progredir em sua carreira. Um verdadeiro líder que serve busca constantemente por oportunidades de cuidar e encorajar os outros, assistindo seus liderados em sua jornada pessoal e profissional.
Muitos líderes, incertos acerca de sua própria posição e temerosos que alguém esteja trabalhando para tomar seu emprego, concentram o foco sobre o que outras pessoas podem fazer para exaltar sua própria imagem. “Seu trabalho é fazer com que eu apareça bem” – foi o que ouvi certo líder dizer à sua equipe. Mas será que essa forma de pensar egoísta contribui para maximizar o desempenho de todos? É possível tornar-se grande ajudando outros também a crescer?
A Bíblia fala sobre este conceito em inúmeros contextos.
Paulo, um dos principais líderes da igreja primitiva, entendeu este princípio. Em I Coríntios 10, 24 ele alertou seus seguidores:
Este parece ser um excelente ideal a se aspirar, mas será realista para o mercado de trabalho global, guiado pela ideia do tipo “o que você tem feito por mim ultimamente”?
Embora a Bíblia tenha sido escrita há mais de 2.000 anos, ele argumenta que este é mais do que um ideal nobre e deveria realmente ser um dos objetivos principais de um líder. Por exemplo, em outra parte o apóstolo Paulo escreveu:
Em outras palavras, se você deseja se tornar um grande líder, procure maneiras de servir e exaltar os que estão ao seu redor. No processo, seu próprio patamar se elevará por meio das realizações daqueles que você está liderando.
O maior de todos os líderes, Jesus Cristo, não apenas expressou Sua crença numa liderança que serve, como também a demonstrou da maneira mais profunda:
Por Rick Boxx
----
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Qual a sua definição de “liderança que serve”?
2. Você vê frequentemente exemplos de liderança que serve no seu atual ambiente de trabalho? Seus colegas vêem em você um líder que serve?
3. Por que, em sua opinião, esse princípio de liderança que serve é tão difícil de ser posto em prática?
4. Quais os problemas que poderiam resultar se você decidisse cultivar ativamente o hábito de servir a outros, “buscando o bem” deles ou “não apenas os seus interesses, mas também os deles”, como as duas passagens bíblicas citadas aconselham?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Salmos 2, 11
Lucas 22, 25-27
Efésios 6, 5-9
1 Pedro 2, 13-21
Ao pesquisar sobre “Liderança que Serve”, me deparei com uma citação atribuída a uma professora de seminário cujo nome é J. Carla Northcut, que afirma:
"O objetivo de muitos líderes é levar as pessoas a pensaR de forma mais elevada do que o próprio líder. O objetivo de um grande líder é ajudar as pessoas a pensar mais alto do que eles próprios."
Pense sobre isso por um momento...
Às vezes parece que se a expressão “liderança que serve” é de alguma forma considerada na maioria dos ambientes profissionais e empresariais da atualidade, ela é basicamente compreendida desta maneira: “Eu sou o líder, você é o servo. Agora, faça o que eu mando você fazer”. Como a Dra. Northcut ressaltou, a marca de um líder efetivo não é o que ele realiza por si mesmo, mas o que ele predispõe e capacita outros a fazer.
É preciso um indivíduo forte para se sentir pessoalmente seguro o bastante para ajudar outros a progredir em sua carreira. Um verdadeiro líder que serve busca constantemente por oportunidades de cuidar e encorajar os outros, assistindo seus liderados em sua jornada pessoal e profissional.
Muitos líderes, incertos acerca de sua própria posição e temerosos que alguém esteja trabalhando para tomar seu emprego, concentram o foco sobre o que outras pessoas podem fazer para exaltar sua própria imagem. “Seu trabalho é fazer com que eu apareça bem” – foi o que ouvi certo líder dizer à sua equipe. Mas será que essa forma de pensar egoísta contribui para maximizar o desempenho de todos? É possível tornar-se grande ajudando outros também a crescer?
A Bíblia fala sobre este conceito em inúmeros contextos.
Paulo, um dos principais líderes da igreja primitiva, entendeu este princípio. Em I Coríntios 10, 24 ele alertou seus seguidores:
"Ninguém deve buscar os seus próprios interesses e sim os interesses dos outros."
Este parece ser um excelente ideal a se aspirar, mas será realista para o mercado de trabalho global, guiado pela ideia do tipo “o que você tem feito por mim ultimamente”?
Embora a Bíblia tenha sido escrita há mais de 2.000 anos, ele argumenta que este é mais do que um ideal nobre e deveria realmente ser um dos objetivos principais de um líder. Por exemplo, em outra parte o apóstolo Paulo escreveu:
"Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos. Que ninguém procure somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros" Filipenses 2, 3-4.Pedro, um dos primeiros seguidores de Jesus, fez eco a essas convicções quando ofereceu esta admoestação:
"Portanto, sejam humildes debaixo da poderosa mão de Deus para que Ele os honre no tempo certo" I Pedro 5, 6
Em outras palavras, se você deseja se tornar um grande líder, procure maneiras de servir e exaltar os que estão ao seu redor. No processo, seu próprio patamar se elevará por meio das realizações daqueles que você está liderando.
O maior de todos os líderes, Jesus Cristo, não apenas expressou Sua crença numa liderança que serve, como também a demonstrou da maneira mais profunda:
"Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida para salvar muita gente" Marcos 10, 45Se esse princípio era importante para Jesus, deveria ser igualmente importante para nós.
Por Rick Boxx
----
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Qual a sua definição de “liderança que serve”?
2. Você vê frequentemente exemplos de liderança que serve no seu atual ambiente de trabalho? Seus colegas vêem em você um líder que serve?
3. Por que, em sua opinião, esse princípio de liderança que serve é tão difícil de ser posto em prática?
4. Quais os problemas que poderiam resultar se você decidisse cultivar ativamente o hábito de servir a outros, “buscando o bem” deles ou “não apenas os seus interesses, mas também os deles”, como as duas passagens bíblicas citadas aconselham?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
"Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará." João 12, 26
Salmos 2, 11
Lucas 22, 25-27
Efésios 6, 5-9
1 Pedro 2, 13-21
4 de jul. de 2011
Vá em busca do que te realiza profissionalmente!!!
O motivo de não vermos um Volkswagen competindo numa corrida de Fórmula Um é que ele não foi projetado para isso. De igual modo, se queremos um veículo confortável e econômico para viajar não vamos escolher um carro de corrida.
Assim, cada um de nós foi projetado com exclusividade, com personalidade, interesses, habilidades e talentos dados por Deus, que nos distinguem dos demais.
Reconhecer isto nos liberta para descobrir nossa realização profissional!
"Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Cristo Jesus, Ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que Ele já havia preparado para nós" Efésios 2, 10
21 de jun. de 2011
30 de mai. de 2011
A armadilha do pedestal
Quem são os seus heróis, aqueles por quem você tem grande admiração, pessoas cujo exemplo gostaria de imitar? Todos nós temos pessoas por quem nutrimos grande estima. Homens e mulheres que estabelecem um parâmetro elevado de comportamento e desempenho pessoal e profissional. Existe apenas um problema com esses heróis: são humanos como nós e erram. Quando isso acontece, nos sentimos desapontados e traídos, porque deixaram de viver à altura de nossas expectativas.
Recentemente um destacado líder tomou decisões equivocadas e suas falhas vieram a público. Sua reputação de homem íntegro e de princípios éticos sofreu considerável dano. Como um de seus admiradores, eu estava entre os que ficaram surpresos e consternados com as revelações. Aquele homem não exibia nenhum sinal que poderia cair em desgraça. Mas cedo ou tarde, todos nós podemos cair, mesmo vivendo segundo valores que nos são caros.
A Bíblia, que considero o maior e melhor manual já compilado para o mundo empresarial e profissional, é bastante claro: "Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus" Romanos 3, 23
O contexto refere-se a deixar de agir segundo padrões perfeitos e inabaláveis de Deus. Jamais encontrei uma pessoa perfeita. Você já? Portanto, todos nós nos encaixamos no “todos pecaram”.
Significa que deveríamos relevar, ignorar ou desculpar comportamentos errados? Não! Os que ocupam posições de liderança deveriam entender que serão julgadas de acordo com elevados padrões e expectativas, mais rigorosos que os aplicados a seus liderados, porque devem servir de exemplo. Porém, alimentar expectativas ou exigir perfeição deles não seria razoável nem realista. Tão logo colocamos nossos heróis num pedestal podemos começar a esperar sua queda. Eis alguns princípios da Bíblia para lidar com falhas – dos outros e nossas próprias:
Não se apresse em julgar. Quando o erro é descoberto somos rápidos a rotular a pessoa como fraudadora ou algo pior. Podemos até estar certos, mas precisamos admitir que dependendo das circunstâncias, poderíamos também ser igualmente culpados. "Não julguem para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês" Mateus 7, 1-2
Olhe para si mesmo. Já foi dito que temos tendência de ser mais críticos com aqueles que refletem nossas próprias deficiências e áreas de fraqueza. Antes de condenar outros, certifique-se de não esconder seus próprios pecados. "Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está no seu próprio olho?... Tire primeiro a viga de seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão" Mateus 7, 3-5
Não minimize suas próprias vulnerabilidades. Anos atrás um líder afirmou que uma área na qual ele jamais tropeçaria era a de relacionamentos. Em poucos anos veio a público que esse homem casado estava envolvido em um caso extraconjugal com sua assistente administrativa. "Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia!" I Coríntios 10, 12
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Romanos 3, 10-12
por Robert T. Tamasy
------
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Quem são seus heróis? Por que você tem essas pessoas em tão elevada consideração? Quais as características delas que o impressionam de modo particular?
2. Já passou pela triste experiência de ver seu herói desapontá-lo? Talvez até fazendo algo que o prejudicou pessoalmente de algum modo? Como você se sentiu então e como se sente agora?
3. Ajuda pensar que as pessoas que colocamos em posições de grande honra e de quem alimentamos grandes expectativas, são meramente humanas, propensas a falhar e cometer erros?
4. Ao criticar erros e deficiências dos outros, é relevante sermos honestos sobre nossas próprias falhas? Deveríamos avaliar a nós mesmos segundo os padrões que estabelecemos para os outros.
16 de mai. de 2011
Começando Hoje: aproveitem o dia!
No filme “Sociedade dos Poetas Mortos”, Robin Williams faz o papel de um professor de literatura muito criativo, mas um tanto excêntrico. O filme se passa na prestigiosa Escola Welton. No primeiro dia de aula Williams leva os alunos ao edifício da administração, os reúne ao redor de uma vitrine contendo quadros e fotos dos heróis da Escola em anos passados e pergunta-lhes: “O que vocês os ouvem sussurrar para vocês?”
Esses jovens, na maior parte alunos do primeiro ano, fixam os olhos na vitrine, mas não conseguem responder à pergunta. Quando se dá conta que os alunos estão confusos diante da indagação, Williams dá a resposta que estava esperando: “Eles estão dizendo a cada um de vocês: ‘CARPE DIEM’”.
E prossegue: “Aproveitem o dia! Os líderes do passado já se foram. A chance que tinham de fazer diferença também passou. Vocês devem aproveitar o dia. O tempo é hoje, as necessidades são imensas e as oportunidades sem precedentes”. Professor Williams encerra sua exortação com esta observação instigante: “O que ouço não é um sussurro, mas o clamor de uma trombeta: CARPE DIEM!”
Exceto por uma minoria, no ambiente de trabalho tal senso de propósito é visivelmente ausente. Carpe Diem, expressão latina que desafia a maximizar as oportunidades apresentadas no dia, atrai indivíduos únicos – verdadeiros promotores de mudanças – a novos campos de exploração e empreendimento. Pesquisando o mundo empresarial e profissional, acredito que este é o elo perdido na cadeia, necessário para assegurar um ambiente de negócios vigoroso, duradouro e produtivo.
Hoje eu gostaria de lançar um desafio: que você comece esta semana buscando novas fronteiras e oportunidades, embora reconhecendo que isso não ocorrerá sem lutas. Mas tenha ânimo! No oitavo século antes de Cristo, o Criador Deus de Israel disse ao Seu povo: “Carpe Diem. Eu os tirei para fora do Egito e o exército deles foi vencido; agora quero fazer algo ainda maior. Eu tenho em mente um ‘novo êxodo’”!
A Bíblia nos diz:
Por Robert D. Foster
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Questões para reflexão ou discussão:
1. Você já conhecia a expressão latina “Carpe Diem” (aproveite o dia)? O que ela significa para você?
2. Como você encara cada dia de trabalho? Com uma atitude “Carpe Diem”, em relação aos desafios e oportunidades do dia ou uma atitude tipo “o que será, será; aquilo que for, será”?
3. Que diferença haveria se você ou seus colegas de trabalho fizessem de “Carpe Diem” uma fonte de motivação, crendo que diante de grandes necessidades e ilimitadas oportunidades poderão realmente ser agentes de mudanças: no trabalho, no lar, na comunidade e no mundo?
4. O autor sugere um ajuste do nosso passo ao de Deus, reconhecendo que Ele está totalmente interessado e envolvido naquilo que estamos fazendo e que nos proporcionará habilidades e recursos necessários para o que for preciso. Você crê nisto?
Esses jovens, na maior parte alunos do primeiro ano, fixam os olhos na vitrine, mas não conseguem responder à pergunta. Quando se dá conta que os alunos estão confusos diante da indagação, Williams dá a resposta que estava esperando: “Eles estão dizendo a cada um de vocês: ‘CARPE DIEM’”.
E prossegue: “Aproveitem o dia! Os líderes do passado já se foram. A chance que tinham de fazer diferença também passou. Vocês devem aproveitar o dia. O tempo é hoje, as necessidades são imensas e as oportunidades sem precedentes”. Professor Williams encerra sua exortação com esta observação instigante: “O que ouço não é um sussurro, mas o clamor de uma trombeta: CARPE DIEM!”
Exceto por uma minoria, no ambiente de trabalho tal senso de propósito é visivelmente ausente. Carpe Diem, expressão latina que desafia a maximizar as oportunidades apresentadas no dia, atrai indivíduos únicos – verdadeiros promotores de mudanças – a novos campos de exploração e empreendimento. Pesquisando o mundo empresarial e profissional, acredito que este é o elo perdido na cadeia, necessário para assegurar um ambiente de negócios vigoroso, duradouro e produtivo.
Hoje eu gostaria de lançar um desafio: que você comece esta semana buscando novas fronteiras e oportunidades, embora reconhecendo que isso não ocorrerá sem lutas. Mas tenha ânimo! No oitavo século antes de Cristo, o Criador Deus de Israel disse ao Seu povo: “Carpe Diem. Eu os tirei para fora do Egito e o exército deles foi vencido; agora quero fazer algo ainda maior. Eu tenho em mente um ‘novo êxodo’”!
A Bíblia nos diz:
“Esqueçam o passado – ele é nada comparado ao que Eu vou fazer! Eu vou fazer algo inteiramente novo. Vejam, Eu já comecei! Vocês não vêem? Eu abrirei uma estrada no deserto do mundo” (Isaías 43.18-19 – tradução livre).Assim, deixe-me sugerir, começando hoje: Ajuste seu passo ao de Deus! Veja-O trabalhar a seu favor. Como o ator Robin Williams disse no filme, porém, com infinitamente mais autoridade, Deus está dizendo: CARPE DIEM!
Por Robert D. Foster
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Eclesiastes 1.3-17, 9.10;-------
Atos 1.7-8;
Efésios 5.15-16;
Colossenses 3.17, 23-24.
Questões para reflexão ou discussão:
1. Você já conhecia a expressão latina “Carpe Diem” (aproveite o dia)? O que ela significa para você?
2. Como você encara cada dia de trabalho? Com uma atitude “Carpe Diem”, em relação aos desafios e oportunidades do dia ou uma atitude tipo “o que será, será; aquilo que for, será”?
3. Que diferença haveria se você ou seus colegas de trabalho fizessem de “Carpe Diem” uma fonte de motivação, crendo que diante de grandes necessidades e ilimitadas oportunidades poderão realmente ser agentes de mudanças: no trabalho, no lar, na comunidade e no mundo?
4. O autor sugere um ajuste do nosso passo ao de Deus, reconhecendo que Ele está totalmente interessado e envolvido naquilo que estamos fazendo e que nos proporcionará habilidades e recursos necessários para o que for preciso. Você crê nisto?
15 de abr. de 2011
Foco
Tempos atrás fui surpreendido pelo entendimento proporcionado por uma história em quadrinhos, retratando uma pessoa com grande dificuldade para concentrar o foco em uma única tarefa. O personagem tentava desesperadamente – e falhava miseravelmente – lidar com todas as situações que requeriam sua atenção ao mesmo tempo.
Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa. A realidade, contudo, é que as maiores realizações do mundo foram alcançadas por pessoas que permaneceram focadas numa tarefa até ver seus objetivos ser atingidos.
Realizar múltiplas tarefas simultaneamente, nos dizem, é ótimo. Mas isso simplesmente significa que não estamos empregando cem porcento de nossa atenção e energia em coisa alguma. Muitos acidentes – dirigindo um carro, operando uma máquina ou cuidando de uma criança – ocorrem porque as pessoas se distraem ou tentam fazer mais de uma coisa por vez. Mesmo que não ocorra nenhum desastre, permitir que inúmeras demandas disputem nossa atenção resulta em desempenhos medíocres.
Anos atrás decidi diminuir meu foco profissional. Eu me defini como fotógrafo, escritor e músico. Isso por si só parece muito, mas o que deixei para trás era igualmente importante. O que eu quis dizer era que não iria tentar ser jogador de golfe, jardineiro, pescador ou marceneiro. Sabendo que dispunha de um limitado número de horas por dia, decidi dedicar-me ao que gostava mais e fazia melhor. Em última análise, queria reconhecer e seguir a minha vocação. Desde então descobri que posso definir com clareza quem eu sou, e o que faço tem me ajudado a manter minha vida focada. Afinal de contas, ao contrário de máquinas fotográficas sofisticadas, não somos equipados com “foco automático”.
Há um vigoroso princípio espiritual por trás do desejo de manter foco apesar das muitas distrações da vida. A Bíblia diz:
Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa. A realidade, contudo, é que as maiores realizações do mundo foram alcançadas por pessoas que permaneceram focadas numa tarefa até ver seus objetivos ser atingidos.
Realizar múltiplas tarefas simultaneamente, nos dizem, é ótimo. Mas isso simplesmente significa que não estamos empregando cem porcento de nossa atenção e energia em coisa alguma. Muitos acidentes – dirigindo um carro, operando uma máquina ou cuidando de uma criança – ocorrem porque as pessoas se distraem ou tentam fazer mais de uma coisa por vez. Mesmo que não ocorra nenhum desastre, permitir que inúmeras demandas disputem nossa atenção resulta em desempenhos medíocres.
Anos atrás decidi diminuir meu foco profissional. Eu me defini como fotógrafo, escritor e músico. Isso por si só parece muito, mas o que deixei para trás era igualmente importante. O que eu quis dizer era que não iria tentar ser jogador de golfe, jardineiro, pescador ou marceneiro. Sabendo que dispunha de um limitado número de horas por dia, decidi dedicar-me ao que gostava mais e fazia melhor. Em última análise, queria reconhecer e seguir a minha vocação. Desde então descobri que posso definir com clareza quem eu sou, e o que faço tem me ajudado a manter minha vida focada. Afinal de contas, ao contrário de máquinas fotográficas sofisticadas, não somos equipados com “foco automático”.
Há um vigoroso princípio espiritual por trás do desejo de manter foco apesar das muitas distrações da vida. A Bíblia diz:
“E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus... O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo ao Senhor e não as pessoas. ...o verdadeiro Senhor que vocês servem é Cristo” Colossenses 3, 17;23-24
Olhando em redor e vendo a maravilhosa criação de Deus, observamos que Ele não fez nada medíocre ou com indiferença. Tudo Ele fez com excelência. Devíamos esforçar para fazer o mesmo.
Dirigindo um negócio, servindo a um cliente, construindo um casamento ou criando um filho, precisamos de foco e segurança que o que estamos fazendo, está recebendo toda nossa atenção e nosso melhor esforço.
Dirigindo um negócio, servindo a um cliente, construindo um casamento ou criando um filho, precisamos de foco e segurança que o que estamos fazendo, está recebendo toda nossa atenção e nosso melhor esforço.
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos:
Provérbios 12, 11
Provérbios 18, 9Provérbios 19, 2
Provérbios 21, 5
Provérbios 24, 27
Texto de Jim Mathis
-----
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. O que você pensa sobre realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo? Algumas pessoas têm grande orgulho disso, crendo que assim são mais eficientes. Você é uma delas?
2. Que coisas geralmente competem por sua atenção? Você tem sido bem-sucedido em equilibrar exigências potencialmente conflitantes?
3. O que você pensa da determinação do autor em limitar seu foco pessoal e profissional? Você já fez algo parecido ou sente que isso poderia ser útil no seu caso?
4. O que significa para você a passagem bíblica citada (O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo ao Senhor)? Como poderia fazer isso de maneira prática?
1. O que você pensa sobre realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo? Algumas pessoas têm grande orgulho disso, crendo que assim são mais eficientes. Você é uma delas?
2. Que coisas geralmente competem por sua atenção? Você tem sido bem-sucedido em equilibrar exigências potencialmente conflitantes?
3. O que você pensa da determinação do autor em limitar seu foco pessoal e profissional? Você já fez algo parecido ou sente que isso poderia ser útil no seu caso?
4. O que significa para você a passagem bíblica citada (O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo ao Senhor)? Como poderia fazer isso de maneira prática?
Assinar:
Postagens (Atom)